quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Sobre as compras na Primor

Falei muito da @Primor entre ontem e hoje, a verdade é que eu descobri esse site de compras online um pouco tarde, estava fixada na @Maquillalia (que também é excelente). Em relação a esta, a Primor é mais diversificada (tem imensa parafarmácia e produtos de supermercado para além da maquilhagem) mas por vezes pode ser uma dor de cabeça pelas faltas de stock...

Descobri tarde, mas desde que comecei, as encomendas têm sido certinhas... Aqui ficam algumas imagens das que partilhei pelas "nets" fora (aproveitei o contra-reembolso, é gratuito!)

Importante referir que há poupanças de cerca de 15/20 euros em alguns produtos em relação ao preço cá.


Há dias...

Em que adoro aquilo que faço e outros em que já estou farta... E desde que me puseram uma pessoa burra e chanfrada, a coisa descambou.

Há realmente pessoas que são tão tóxica que não deveriam sair de casa.

Todos temos os nosso traumas, mas não devemos por isso arruinar a vida dos que nos rodeiam...

Não?

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Não sou...

Não sou blogger da moda nem pretendo ser.

Sei que gostaria muito de receber produtos de marcas chiques e conhecer todas as novidades do mercado, conhecer pessoas novas (tenho imensa curiosidade em conhecer as pessoas "mais próximas" das redes sociais que uso) mas se por um lado não tenho connects, também não tenho estômago para dizer que é tudo espectacular (há tanto disso por aí) nem tenho tempo ou dedicação  ou disciplina para dedicar a esse estilo de vida (como para outros tantos casos).
Se há muita coisa boa nas redes sociais em geral, há muita coisa má. O extremismo está ao rubro, quer o bom quer o mau.
Esse extremo todo também está ligado ao consumo, e contra mim falo, todos os dias luto contra mim própria para não gastar mais dinheiro em coisas que eu não preciso, mas continuo a gastar : "é tão lindo!!!" "é tão fofo!" "xpto pessoa disse que era espectacular!!!" -> cenas de gajas dirão muitos, eu diria mais um consumo desenfreado patrocinado por uma nova visão de publicidade que torna a transmissão de informação e difusão muito mais alargada, muito mais agressiva...
Ando há meses a tentar convencer-me para não gastar mais dinheiro naquela máscara, naquele eyeliner, mas compro, porque quero, porque posso, porque quero experimentar aquela marca (e as marcas são TANTAS!!)... As desculpas são sempre imensas.

Esta divagação toda (e mesmo assim que deixou muito por dizer porque eu sou pessoa de falar imenso) foi mais para dizer que, mais uma vez, pensei em deixar o blog, e pensei em retomar, e pensei em deixar... Mas de vez em quando apetece-me partilhar mais umas fotos ou mais uns conteúdos, mas não me apetece alongar... Não o queria deixar morrer porque gosto dele, mas há dias em que me irrita solenemente toda a mecânica da coisa. Até porque para fazer mais publicidade, as marcas não precisam de mim, porque já têm uma maquinaria bem montada e oleada.
Acho que o vou manter, mas também acho que vai mudar... Cada vez menos tenho paciência para escrever grandes textos (quem diria...) e por aqui divagar sobre tal e tal produto.
Apesar de tudo, gosto de partilhar. Tenho o feito imenso em outras redes sociais (bem que gostava que o @blogger mudasse um pouco) mas também gostava de o fazer por aqui, mas de uma forma menos formal ao que me tenho "imposto".
A ver vamos como é que isto corre e logo se vê se vamos ou ficamos.
O texto pode parecer um pouco confuso, mas também acho que resume quem sou... um bocado confusa quase todos os dias.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Vai tudo para lixo!


O mal de ser uma acumuladora é acabar por ter imensos produtos, com muito ou pouco produto a arrastarem-se pelos cantos... Tenho deitado muito fora, desta vez foram mais estes. Pouco ou nada fizeram por mim (o perfect picture foi usado praí duas vezes e foram as duas tortuosas -> lixo!) e já param por cá a tempo demais...

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

A cegueira, os lobos e o fado português.

Hello!

Hoje venho falar de filmes e dos últimos filmes que tive o prazer, ou tristeza de ver.

Começo pela comédia, tive a sorte de poder ir ao Festival do Cinema Francês (em Lisboa) mas há muitas cidades que vão receber o festival e de assistir ao filme. 

"Um encontro às cegas" (Un peu, beaucoup, aveuglément)



Esta é a típica comédia francesa light mas com um humor muito característico, do qual eu gosto muito (é um estilo como outro) a história em si é engraçada e faz muito sentido nos dias de hoje, a "cegueira" técnica invade-nos todos os dias um pouco.

Ele inventa passatempos. Investe corpo e alma no seu trabalho e só consegue concentrar-se em silêncio. Ela, uma pianista realizada que não vive sem a sua música. Ela tem um concurso para preparar que poder-lhe-á mudar a vida. Os dois vão ter de cohabitar sem se verem…

Não no mesmo festival (mas também estava lá presente), consegui ainda assistir à antestreia do

"A Hora do Lobo" (Le Dernier Loup)
Este é um filme baseado no livro com o mesmo nome escrito em 2004 por Jiang Rong. Pessoalmente este foi um filme muito duro para mim, algumas das cenas ficaram me marcadas por uns dias e nem quero falar sobre isso, pode até nem afectar outros, mas no meu caso bateu muito fundo. Tenho uma sensibilidade especial no que toca a animais. O filme é muito bom e a história surreal apesar de baseada em factos reais.

Ano de 1967. A China é governada por Mao Tsé-tung (1893-1976), que implementou a Revolução Cultural e mudou radicalmente a vida do seu povo. Chen Zhen é um jovem estudante de Pequim que é enviado para uma zona rural da Mongólia para educar uma tribo de pastores nómadas. Ali vai descobrir uma ligação antiga entre os pastores, o seu gado e os lobos selvagens que vagueiam pelas estepes. Para os mongóis, o lobo é uma criatura quase mítica que é parte integrante da sua comunidade e os liga à natureza. Fascinado pela profunda ligação entre as alcateias e os seres humanos que ali habitam, o rapaz decide salvar uma cria e domesticá-la. Porém, quando o Governo cria uma nova lei que obriga a população a usar de todos os meios para eliminar os lobos da região, o equilíbrio entre a tribo e a terra onde vivem é ameaçado…

Por fim tive o desprazer de assistir ao filme português

"A Uma Hora Incerta"
Eh pah! A sério que eu não tenho nenhum ódio de estimação pelo cinema português, mas gostaria mesmo que alguém me explicasse porque só fazemos porcarias como estas?!?!? Isto é mesmo o desespero, horrível! A história poderia ser tanta coisa e tão boa, mas por causa da nossa insistência na mania do "intelectualóide" saem sempre estas aberrações. Apenas um grande desperdício de talentos, fundos e tempo de quem vai ver o filme.

1942. No Portugal salazarista, dois refugiados franceses, Boris e Laura, são presos. O inspector Vargas, sentindo-se atraído pela jovem mulher, decide escondê-los em sua casa: um hotel vazio onde vive com a filha, Ilda, e a mulher, gravemente doente. Ilda descobre a presença dos refugiados e, consumida pelo ciúme, tenta fazê-los desaparecer a todo o custo…


3 filmes completamente diferentes, uns muito bons, outros muito maus... Dá para tudo ;)

Bons filmes!