terça-feira, 28 de julho de 2015

Compras do dia #3

Vá... Dos últimos dias (os últimos tempos não têm sido fáceis para mim)

Uma pessoa engana-se e dá nisto... Em vez de um creme de Diadermine, tive de comprar os dois (trouxe o de noite por engano). O de noite ainda não me convenceu (também ainda não lhe dei grande hipótese), o de dia, ao primeiro toque foi amor, mas como estou com uma alergia medonha (de novo!) logo veremos se ele tem mais sorte depois de passar...

De prenda de anos (ui! onde isso lá vai!) o verniz da Essie que ficou por 2,45 eur na Douglas.

Da Kiko, tive de ir buscar 2 lápis de lábios, por 1.20 eur não podia deixar fugir. São eles o 714 e o 708, dois rosas (era o que me faltava).


Da Kioma comprei o Eyeliner líquido (ando numa onda disso) e custou 3 eur mas ainda não tive tempo de lhe dar uso.

Vá... Não me portei assim tão mal nos últimos tempos... O eyeliner e os lápis podiam vir para casa... 

(acho que me esqueci de mostrar umas compras da maquillalia :P)

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Mr Holmes e mais uns quantos Minions

Hello!

Estou mesmo a ficar velha e os dias passam a correr, e nem me dou conta das semanas a passarem. A vida corre e eu ando atrás dela, o que nem sempre me dá tempo para passar por cá um bocadinho.

Hoje venho falar de cinema, a questão ainda está fresca de momento e claro que não poderia deixar de falar do assunto do momento (vá de sempre desde que surgiram), os pequenos Minions!

Tive a oportunidade ir ver o Mr. Holmes. Um filme com uma perspectiva totalmente diferente sobre o personagem que sempre povoou o nosso imaginário. Um grande papel do Ian Mckellen (como seria de esperar), uma história engraçada e uma grande lição sobre a vida e a condição humana.

Um filme muito bom para se ver. Não saberei dizer se em casa se no cinema, porque hoje em dia o cinema é quase um "luxo" e apenas se remetem para o cinema as versões 3D e os filmes de grande impacto visual. Este não preenche nenhuma dessas duas características, mas é um excelente filme para ser visto.
Agora os nossos pequenos amarelos... Esta história não traz nada de novo à sociedade, mas acho que não conheço ninguém que não tenha sido contagiado por estes pequenos desastrados.

Ao longo da história, vamos conhecendo um pouco do caminho que eles percorreram até encontrar um líder, que não pode ser nada menos do que o maior vilão da história. Claro que há imensa trapalhada à mistura e uma série de azares que eles parecem atrair em grande escala. Cada cena é de extrema importância na hora de encontrar algo hilariante, não deixei de olhar para o ecrã para não perder pitada. Apenas acho que esta versão em português ficou aquém ao que estou habituada, não gostei nada mesmo desta (e costumo gostar bastante). Lá terei de ver o filme em VO, vai me custar imenso!!! Eu gostei muito do filme, mas sou fã assumida destes pequenos. Este é a ver mesmo para quem gostar de animação.


quinta-feira, 2 de julho de 2015

Compras do dia #2

Hello!!!

Eu sei, é só um, mas é lindo!!!


A Kiko começou com os 50% e eu tinha de ir a correr buscar o pincel que eu andava a namorar. Por norma, eu gosto dos pincéis de colecções limitadas... E este pareceu me muito bem, já está lavadinho a secar, daqui por uns dias cá estamos nós a dar-lhe andamento.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Never ending story...

Hello!

Este post anda a ser mastigado na minha mente há já uns meses valentes e subitamente não sei como o escrever, sei que não me quero esquecer de nada, mas há sempre um ponto que vem a mais, uma ideia, uma opinião, um estado de espírito que muda tudo.

Venho falar hoje sobre cabelos, sobre os meus em especial.

Acho que este post começa nos inícios do mês de Fevereiro de 2014 numa tarde de sábado em que saí da cabeleireira com um penteado que eu não pedi (qual a novidade não é?) e com o cabelo no estado que eu não quis. O meu tom natural de cabelo é o castanho, há quem diga claro, há quem diga escuro, mas tinha por hábito pintar entre o castanho e o preto.
Nessa altura estava no preto, mas meti na cabeça que não queria mais, que queria um tom o mais natural possível, para isso foi preciso fazer uma "ligeira" descoloração para tirar o preto (que por cima desse nada passa), e foi aí que começou a tortura.

Descoloração, mais a bela da tinta por cima, o corte com lâmina (que eu insisto em não querer mas que insistem em dar-me à força) pela nuca quando eu pedi para cortarem umas pontas (tinha o cabelo quase nos ombros).
Uma bola de neve de desapontamento, e passa tudo a virar obsessão.

Eu não tenho paciência para grandes cuidados, quanto mais quando não vejo resultados, máscaras, condicionadores e mesmo gotas de tratamento, por mais que as pessoas pensem que sim, não faz de todo o meu estilo.

Então desisti.

Decidi que teria de mudar e que teria de optar por outra coisa.

Em meados do ano passado, leia-se Junho, decidi ir de novo sentar-me numa cadeira de cabeleireiro (que o raio do cabelo não andava a crescer nada ainda por cima) e fazer uma alteração. Em mente apenas uma ideia: queria deixar de pintar o cabelo, mas ter as raízes brancas não era solução.

Daí surgiu a vontade da assimetria, que surgiu muito comprida da primeira vez e que encurtou significativamente da segunda.

Tinha o cabelo curto de novo.

(escolhi logo esta foto onde as brancas não se vêem :P)

Nas pontas ainda havia restos de tinta mas que desapareceram no segundo corte. Passou a ser exclusivamente o meu cabelo, castanho, e com muitas brancas à mistura. No início num cabelo muito curto que não questionavam ser pintado, com o tempo, num cabelo médio sobre o qual me questionam porque não pinto.

Ainda há muito preconceito acerca do uso do cabelo sem pintar pelas mulheres (apesar de se usar bastante).
Penso que a sociedade (a sua componente feminina sobretudo) incute esta obrigatoriedade, quase como algo obrigatório.

Quando me perguntam, mas não pintas? Eu respondo: não me apetece, gosto dele assim.

Não digo com isto que me tornei numa naturalista/feminista ferrenha porque não sou, apenas acho que por agora faz sentido assim.

Por agora, fica sem tinta, amanhã logo se verá, se muda tudo, se muda pouco, se não muda nada.

Vantagem de ter o cabelo natural? Pode lavar-se sempre que se quer, sem ter problemas quanto à cor.

All in all, cabelo branco ou grisalho, cabelo pintado ou não, eu queria era um cabelo saudável e isso eu consegui.

Este post é completamente desfasado, mas de vez em quando sabe bem o desabafo :P

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Porque fails existem....

Hello!

Sim, eu sei que o título deste post é um bocado forte, mas é essa a reacção que merecem estes dois produtos que trago hoje.

Eu sei que as marcas não podem ser boas em tudo o que fazem (bem, boas não espectaculares) mas por vezes existem produtos que são realmente mauzinhos... É o caso destes dois.

Photoderm Max 50 + da Bioderma
Protect & Bronze Creme de rosto 50 da Nívea.

Eu sou grande fã de ambas as marcas mas neste caso foi um tiro muito ao lado, mesmo muito ao lado.

Na realidade eu enganei-me ao comprar o Bioderma, mas nunca esperaria que esta marca tinha um protector solar de rosto que nos transforma automaticamente na Snookie (aquela pessoa marcante da cultura trash dos reality shows, procurem no google, vão gostar -ahah!-), teinte dorée é realmente um understatement. É literalmente isto, o fluído, para além de nos por laranja é peganhento à brava e deixa uma sensação pesadíssima na pele o dia todo. Só descanso quando o tiro. É supostamente ultra-fluido, ao que eu digo: NÃO, não é.

O produto da Nívea foi comprado em desespero, e mais valia ter estado quieta, comprei-o por 6.50 eur (com 50% desconto) e pensei mesmo que poderia me basear na qualidade geral dos produtos da marca... 

Pois bem, não. 

Mais um creme super peganhento e que deixa a pele pesada e para além de tudo.... Tem um cheiro à praia que não se pode, e que dura o dia TODO! Não entendo, é um creme de rosto! Não é para usar só na praia, é para usar o dia todo... Porquê o cheiro a praia? Porquê????

Eu sei que este é um desabafo de uma compradora compulsiva de protectores solares de rosto, mas eu tinha de o fazer. Fiquei realmente muito desiludida com ambos. O que fica realmente num protector é a sensação que ele deixa, já que não temos como "comprovar" o efeito dele. No caso destes dois é um chumbo total, apesar que os vou ter de usar até ao fim.