quinta-feira, 31 de maio de 2012

Bem...

Isto tem estado mesmo ao abandono.

A realidade é que tenho andado sem tempo nenhum e tenho estado pouco tempo parada. Passei por cá para dizer que em breve voltarei, espero que para a semana as coisas acalmem. As mudanças são boas, sinto.me em excelente forma, a auto estima em alta, mas super cansada por não andar com tempo sequer para descansar:P

O regresso a casa foi difícil e trabalhoso mas compensador e agora estou muito melhor do que pensaria ser capaz de estar. Ainda tenho um monte de coisas para por em dia e organizar... Espero em breve voltar à rotina e aqui ao cantinho que está a precisar de uma cara nova...

E aqui tem estado um calor que não se pode... Acontece o mesmo nas vossas terras??? Chiça que calor, depois da chuva de Paris é este sol abrasador de Lisboa.

Claro que não esqueço de visitar os vossos cantos e de lhes dar uma espreitadela.

Até para a semana;)

terça-feira, 29 de maio de 2012

Yes!!!

I am still alive...


Amanhã a ver se tenho tempo para mostrar umas coisas novas super fofas que recebi... Agora vou ali tratar dos pés que estamos com um tempo excelente e quer se saias e sandálias com fartura:P

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Desalinhos#5

Não pensava fazer um post tão pessoal mas penso que ao iniciar uma nova etapa, temos de pensar sempre nos erros que cometemos no passado e sei infelizmente que não sou a única a cometê.los, por isso achei por bem escrever esta breve opinião em termos de relações humanas.

Quem segue este blog sabe que eu tinha formado uma "família", com os meus pequenos e com uma pessoa. Quem segue este blog, sabe também que fui para fora a trabalho, e que essa família foi me arrancada, destruída, não por mim penso (mas há sempre dois numa dança) de uma forma violenta e horrenda. Uma autêntica falta de respeito para com outra pessoa com quem se partilhou tanto e com quem se passou por muitos bons e maus momentos.

A realidade é que venho expor a realidade quanto a esta "família", ela existia, mas não pelas razões certas.
Vou escrever palavras que me poderão condenar enquanto as lerem mas estou certa que também vão conhecer muita gente que vive essa mesma realidade que vou descrever, e estou certa que estas palavras poderão ajudar a tomar uma decisão (assim o espero), ou talvez fazer pensar se realmente o que eu sentia não é o que poderão estar a sentir.

Iniciei uma relação com uma pessoa que me agradava, que me fez a corte, que me encantou com muitas qualidades e com muitos charmes, decidi investir numa relação, mas pouco tempo depois já sabia que isto não estava certo, que não daria certo (eu já vou explicar). Com o desenrolar das situações e da vida, acho que fui apanhada desprevenida e dei me conta, ou tentei fazer me acreditar, que isto poderia ser o certo e que até funcionava.
- reparem na expressão "até" -
Pois a realidade é que se usarem esta expressão em relação a pessoa com quem estão ou ao vosso relacionamento, o mais certo é que vai acabar amargamente. No meu caso foi muito violento, não estava a contar com tanta violência, mas a realidade é que sabia o fim iminente.
Uma relação que durou 3 anos sem ter nenhum futuro desde o início. Estava encantada no início, mas nunca estive apaixonada, nunca consegui, nunca fui capaz, era uma relação nim/nim. Não era o suficiente para mim, mas também não era motivo para acabar.
Gostava dele, é certo, e bastante, mas não me preenchia enquanto mulher, enquanto companheira, enquanto parte de uma equipa.
Acho que nunca fomos uma equipa, talvez egoísmo de um dos lados, dos dois, falta de envolvimento, a realidade é que esta relação nunca me encheu as medidas, nunca foi suficiente, nunca foi o que chegasse, nunca me fez voar, nem nunca me deu tesão nenhum. Nunca me entendeu nem sequer me conhecia, nunca soube os meus gostos e nunca se deu ao trabalho de oferecer prendas com o coração (e não só com a carteira).
Pensava ter sido clara ao início, mas acho que a outra parte acha sempre que consegue chegar a um ponto ao qual nunca chegará - acreditem, nunca se chega mesmo, nunca há amor de um que chegue pelos dois, nunca há nada que valha a pena se não for o pacote completo, o 100% - .

Quem ainda tiver coragem de estar a ler este longo texto, já se perguntará, se era tudo mau, tudo mais ou menos, porque estavas com ele?

Estava com ele, como acredito, muita gente está, porque era tranquilo, porque era sinal de estabilidade, porque tinha as vantagens de vida em casal, porque era simples. A realidade? É que com o tempo, deixa de o ser, a frustração invade-nos e acabamos por cometer falhas, por ter momentos de alheamento e afastamento da realidade, por haver momentos de raiva. Isto tudo doseado com a falta de afecto, de intimidade, de afastamento. O corpo fica em falta, o espírito revolta-se, mas a vida faz nos pensar que isso é secundário, tudo o resto é que interessa.
Não, nada é mais importante que a intimidade, se há casal que não combine a esse nível - com qualquer tipo de explicação de qualquer das partes - não há casal que sobrevive.

A falta de sexo torna-nos amargos, torna-nos tristes, torna-nos revoltados, aí a vida negra começa, mas a realidade pesa e tudo se mantém...

Este é um grito para avisar que não há relações nim/nim que resultem, não se pode estar com uma pessoa que não seja a 100%. Não se pode estar com uma pessoa que não nos complete, não se pode estar com uma pessoa que não nos satisfaz sexualmente, não se pode estar com uma pessoa que não nos faça sentir mulher, só porque a realidade nos empurra a isso. Não falo de fases, falo de problemas de bases que se sabem existir e que se ignoram só porque a realidade pesa.

Pensem bem na vossa vida, na vossa alma... A realidade??? Ela que se foda, mas não fiquem nessa relação nim/nim que vai sempre quebrar de um lado, e vai criar dor e mágoa e violência que não se justifica.

Tenho ainda a dizer que gostava e ainda gosto da pessoa apesar de toda a falta de respeito, dor e mágoa pela qual me fez passar. Mas nunca foi amor, nunca foi paixão, nunca foi tesão... Apenas e somente, medo da solidão.

Para as corajosas que ainda estão a ler isto... Vale a pena pensar nisso não?

sexta-feira, 25 de maio de 2012

A esta hora...

Já devo estar a caminho de casa... Vou com o coração pesado e leve ao mesmo tempo... Não sei bem o meu lugar, agora que mo roubaram cobardemente enquanto eu estava fora...

Felizmente que sou uma mulher e não um homem, nós somos tudo e conseguimos tudo... Amanhã mesmo que chova, para mim fará sol pois estarei livre de um peso morto que suporto há tempo demais...

Já falta pouco para estar com os meus meninos e com os meus amigos mais queridos...

O virar a página...

O voltar à minha casa também significa um marco da minha vida. Esta calças ficam por cá... Deram muito desde que foram compradas... Estavam boas, deixaram de me servir e agora já estavam bem largas... E acabadas como podem ver na foto... Tenho a dizer que temos de libertar certas coisas. Estas calças passaram por muito, estiveram em momentos bons e maus... Estiveram na altura em que voltei a tomar conta da minha vida e de mim, agora deixam me... Agora vão ficar no passado, mas outras virão... Detesto deitar roupa fora, mas estas já têm os dias contados e já são um sinal da minha nova vida.